quarta-feira, 20 de outubro de 2010

QUEM NÃO DEVE NÃO TEME!

Eu como professor tinha a folha como um jormal com seriedade acima de qualquer suspeita, mas depois que começaram a aparecer em seu quadro de colaboradores, políticos travestidos de jornalistas, opção que condeno quando se fala de imprensa, estou agora sem opção para me informar sobre o cotidiano da sociedade. Quanto à questão do sigilo bancário, condeno esta prática, mas a imprensa não deve ligar isso ou aquilo a quem quer que seja, principalmente para uso eleitoreiro, a justiça deve se encarregar disso e essa prática têm sido usada no atual governo, coisa que no governo anterior a 2003 nem se ouvia falar da Policia Federal e hoje ela é atuante, doa a quem doer. Quem não se lembra de vários ricos “acima de qualquer suspeita” que foram investigados e presos, no entanto cabe a justiça prender os criminosos, ela não precisa alardes só para favorecer esse ou aquele candidado. Eu pergunto à imprensa brasileira porque esses escândalos são usados por ela só em épocas de eleição cujo objetivo da imprensa mal intencionada é prejudicar um determinado candidato em favor do candidato de sua afeição, sempre atacando um e prestigiando outro. Particularmente, não esperava isso de nenhum meio de comunicação especialmente da “folha” que para mim, hoje, não passa de uma folhinha cujo mote de tiragem é simplesmente vender sem se preocupar com o leitor. Abaixo segue a justificativa de minha crítica, qualquer leitor esclarecido percebe a forma intencional de quem elaborou o artigo e como diz um ditado muito comum, se um peão faz o seu rega-bofe é porque o seu capataz aprova, não é mesmo.

20/10/2010 - 07h30
Polícia Federal liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma
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DE BRASÍLIA
Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A PF já descobriu quem encomendou as informações: o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência".
Também identificou o homem que intermediou a compra dos dados obtidos ilegalmente em agências da Receita no Estado de São Paulo. Trata-se do despachante Dirceu Rodrigues Garcia.
O elo foi estabelecido a partir do levantamento de ligações entre o despachante e o jornalista revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial.
O uso de informações confidenciais de tucanos no dossiê petista foi revelado pela Folha em junho.
No inquérito aberto para investigar a violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB), a Polícia Federal já ouviu até agora 37 pessoas em mais de 50 depoimentos --alguns foram inquiridos mais de uma vez.
Ribeiro Jr. não foi indiciado até o momento.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
Editoria de Arte/Folhapress

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