sexta-feira, 28 de maio de 2010

Obra: TRAMAS DO DESTINO - Volume II


Obra: TRAMAS DO DESTINO
Volume II – Medo, Renúncia e Paixão
Autor: Antônio de Oliveira Lima

SINÓPSE
Os problemas familiares começam a aparecer, fruto do envelhecimento, os filhos crescem e os conflitos surgem, mas os pais de João ainda não estã adaptados a sua nova vida, eles não conseguem assimilar a imensidão de seus novos problemas. Na verdade, seus pais ainda vêem tudo como um sonho que poderá acabar a qualquer instante e por causa disso o pai de João ainda permanece preso ao seu passado, porque para ele o seu passado é o único ente real dessa história e devido a isso não consegue viver tranqüilo e por isso não aproveita nada do que o presente lhe dispõe. Nesse ínterim, João distancia cada vez mais de sua família e já inicia um novo caminho em seu novo mundo, mesmo sem perceber ele vai criando todas as facilidades para se afastar de seu passado, inicia então esse processo criando todas as possibilidades para o fim de seu romance que era o único elo que o mantinha ligado a ele e investe firme em uma nova aventura onde o seu poder lhe dará todas as possibilidades para ser diferente. Beneficiado por uma grande sorte, conta com a mão poderosa do destino que acaba colocando em seu caminho uma jovem que está preparada para preencher o vazio deixado pela sua antiga paixão em seu coração. Enquanto isso, Caroline mergulha cada vez mais nos rudimentos de seu passado com objetivo de esquecer o seu presente ao lado dele e Helena sente que a força de seu poder já não influencia tanto ele quanto antes. O jogo da vida exige que o medo seja superado, porque só assim se pode renunciar para começar tudo de novo com a mesma paixão de sempre.

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Obra: TRAMAS DO DESTINO - Volume I


Obra: TRAMAS DO DESTINO - Volume I
Subtitulo: Poder, Riqueza e Luxúria
Autor: Antônio de Oliveira Lima

SINÓPSE
Depois de nascer em um lugar sofrível e ter uma vida difícil, João vai se tornando cada vez mais forte nos negócios sempre protegido por uma mulher muito poderosa e dominadora que o tem como sua propriedade particular, para ela João é mais um de seus souvenirs. Embriagado pelo poder ele começa uma maratona em direção ao poder máximo enquanto se distancia cada vez mais dos sentimentos mais simples. Imperceptivelmente galga passo a passo a sua supremacia entre seus pares, mas se afasta de seus antigos objetivos, pois eles já não servem mais em sua nova vida e consequentemente em sua nova forma de ver o mundo e as pessoas. Paulatinamente ele vai perdendo o contato com seus familiares, cada vez mais os contatos com seus entes queridos vão se distanciando e as conversas são meramente formais, elas já não carregam o mesmo afeto de antes e isso também afeta sua vida amorosa. Cada vez mais se afasta de sua primeira paixão, mas ambos sabem que são os responsáveis por esse distanciamento, pois o relacionamento a dois é movido pelo amor e pela paixão que são o tempero de uma amizade duradoura e sem eles qualquer união por mais forte que seja tende a se desfazer tão rápido quanto começou.

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Carta ao senhor Secretario da Educação postada em 28.05.2010

Ilustríssimo Sr. Paulo Renato de Souza
DD. Secretário da Educação do Estado de São Paulo
Nesta,
Dou inicio a essa carta acreditando que V.Sa. nem tomará conhecimento dela, pois isso é costumeiro da maior parte dos políticos que temos em nosso país, mas estou escrevendo ela porque sei que ela ficará em algum arquivo para a posteridade sobre alguém que questionou as atitudes dos homens públicos de nosso estado, inclusive de nosso país que considero a maioria destes tais sem ética e sem responsabilidade moral, aceitam até fazer parceria com o diabo. Sou professor por vocação, aprendi a sê-lo ainda em minha infância quando admirava meu professor (saudoso prof. Nilton Zompero) que lecionou as quatro primeiras séries primárias e as duas primeiras do ginasial, onde vi o digníssimo professor nos enriquecendo de seus conhecimentos, muitas vezes falando pouco como professor, mas agindo como autoridade na defesa das regras e das atitudes de seus alunos e era aí que estava o maior mistério, pois nas suas atitudes de seriedade e autoridade comandava seus discípulos nos primeiros passos da aprendizagem e se sou o que sou hoje é porque vi homens revestidos de seu dever e cumpridores de suas funções, autoritários sim, porque eles não estavam olhando o presente, mas tinha seu olhar projetado no futuro daquela geração e isso traduzia em seu aprendiz um futuro cidadão de bem, nas escolas só tinha os que verdadeiramente queriam estudar, os que não queriam ficavam pelas ruas ou praças e alguns nas lavouras com seus pais, mas mesmo assim não se transformavam em vândalos e bandidos porque sentiam que estavam fazendo o que queriam e quando chegavam na sua idade adulta choravam por si só e não culpavam ninguém porque não encontrava em lugar algum o culpado ou a culpada de seus malefícios.
Hoje nas escolas somos obrigados a conviver com vândalos, usuários de drogas, traficantes, assaltantes, seqüestradores e tantos outros tipos de marginais que seria muito extensa a relação para serem aqui mencionados, eles usam os uniformes da escola para servirem de escudos na maioria das vezes. Com doze ou treze anos já tem uma imensa ficha criminal que nunca foi lavrada devido aos diversos mecanismos de proteção que os protegem para servirem depois ao crime e a violência, se já não estão servindo. Pois é, estes tais, que entram nas escolas usando seus uniformes, ainda estão protegidos pelo aparato do governo de inúmeros benefícios sociais ( que eu filho de família humilde não tive, mas com dedicação e bravura cheguei aonde estou graças ao meu esforço),mas carregam consigo celulares de ultima geração que eu que trabalho desde os doze anos de idade não consigo comprar um igual ao que ele usa, face ao salário que ganho, e me sinto honrado por ter começado muito cedo a trabalhar e não morri por isso e ainda conservo uma saúde excelente, raramente pego um resfriado ou uma gripe mais forte, que é resultado do estresse que passo e acredite, isso só acontece quando minha resistência imunológica fica abalada ao ver a escola publica sendo afundada na lama, sendo sucateada e virando ícone de deboches e gozações de indivíduos que estudaram em escolas públicas também, mas que devem se dar ao luxo de se sentirem privilegiados porque naquele tempo a lei era a regra nas escolas, o respeito era uma obrigação, o direito por fim, era com ambos sendo cumpridos e hoje vemos diretores mal preparados para a gestão escolar, dirigentes e tantos outros que só sabem criar e criar idiotices que de nada valem, só servem para abrir ainda mais o abismo entre o sistema que só tinha dentro dele objetivos voltados para a cultura e o conhecimento, tendo como eixo pedagógico a firmação do individuo enquanto cidadão, não usando a liberdade como apenas um conceito ou clichê, mas crente que ela era resultado do cumprimento do seu dever e muito pouco era perdido com palavras jogadas ao vento.
Agora com práticas evazivas desses teóricos que nunca entraram em uma sala de aula e se entraram foi só por alguns minutos para venderem suas bíblias apocalípticas que inventaram dando suas aulas em bancos universitários e nada mais, ou que plagiaram como é o atual assunto nas rodas dos que querem ver liberadas as cópias dos originais dos que verdadeiramente criaram as suas obras, pois é mais fácil assentar-se no jargão de que alguém falou, para dar consistência às suas néscias palavras de salvação apocalípticas, essas tais teorizações e propostas cheias de utopias e niveladoras em um mundo seccionado por níveis sociais tão gritantes graças ao capitalismo selvagem implantado por sistemas políticos lacaios e submissos ao pragmatismo dos poderosos grupos capitalistas, e ainda mais, devido a essa tal utopia de querer ser amplas se viram presas na própria armadilha de seu próprio ego transformando a sociedade num ninho de serpentes para darem seu bote nos anos vindouros, talvez seja porque a maioria desses teocratas, desses políticos incompetentes é, já saberem que não estarão vivos quando isso acontecer, sabe porque senhor secretário, porque esses indivíduos com o dinheiro que roubam conseguem matricular seus filhos em escolas particulares e quando chegam na idade de irem para uma universidade eles conseguem entrar em uma instituição do Estado e quanto ao mínimo dos excluídos que tem condições de alcançar sucesso em suas vidas por serem dedicados e diferentes da escória onde eles vivem, se quiserem deverão deixar de comer para pagar uma faculdade meia boca criadas por estes próprios teoricistas de merda para conseguir um certificado e quando vão competir com os filhos dos coronéis a paisana perdem e sabe para onde eles vão, vão procurar sobreviver dando aulas como substitutos, então, revoltados com a sua cruel sina, passam a deixar de cumprir a missão de um bom profissional denegrindo todo o conceito de educar e ensinar.
Acredite, muitos teóricos da educação e políticos também não sabem o que significa cada um desses conceitos para a organização da sociedade, daí que educação é fruto de uma família amparada dentro dos padrões regidos pelas normas e regras de um povo, de uma nação, com seus direitos civis protegidos enquanto cumprem seus deveres de cidadãos de bem. Uma família sustentada nos cumprimentos dos deveres essenciais e não provenientes de uma família desagregada, submissa, vivendo no submundo do crime e da violência, motivo de uma política nefasta de doações ao invés de uma política de abertura de empregos condizentes que dê ao cidadão a dignidade de se sentir útil, que ao voltar a sua casa ao final da tarde esteja se sentindo um vencedor fazendo com que isso gere nele uma força interior para educar o seu filho de forma digna e honrosa. O ensinar deve estar nas mãos de homens com vocação e não de profissionais que, pensando como tal, são apenas profissionais que estão em uma linha de produção, já estão condicionados que o produto tem tempo de validade e que esse tempo é ao término de cada ano. Na verdade estou escrevendo essa carta para demonstrar todo o meu nojo e repúdio para a atual situação em que a escola publica se encontra, sou professor de uma das escolas tradicionais de minha cidade, umas das escolas que tem tudo para ser padrão de excelência em ensino, mas falta nela bons gestores e ontem ( 27/05/2010), para piorar a situação, vândalos que não devem de maneira alguma estar dentro de um espaço escolar incendiaram o anfiteatro da escola só porque queriam que alguma coisa acontecesse para não terem aulas. Não tenho mais nada a declarar diante dessa atitude criminosa, apenas me entristeço que os bons dirigentes de ensino e os bons diretores já não estão na administração das unidades escolares e a maldita teoria da pedagogia do afeto só serve para quem estuda em escolas particulares e até nelas a doutrina e a lei são cumpridas à risca sob o risco do pai do sujeito ou dos sujeitos vândalos assumirem o prejuízo,e esse ou esses tais são expulsos da escola em questão.