Fico estarrecido com a forma que nossos veículos de imprensa se esforçam em transformar nosso país em uma anarquia, primeiro defenderam o voto entre os presos, indivíduos que segundo a lei perderam seu direito civil de se manifestarem, já que quando tinham seu direito garantido não cumpriram os seus deveres legais sendo então considerados marginais, o que significa que estão às margens do padrão social. Muito bem, agora ficam denegrindo regras porque acham que elas não devem existir, eu pessoalmente, acho que a censura é necessária e apoio sim que um dia o estado de direito venha ser respeitado como é em muitas nações civilizadas pelo mundo afora. Somente aqui é que jornalistas incompetentes costumam denegrir a imagem de muitos cidadãos destruindo muitas das vezes até uma família inteira sem serem punidos. Estes tais ficam procurando informações néscias para cumprirem seu trabalho já que não são capacitados para descobrir noticias de verdade. A minha pergunta a esses deturpadores de regras sobre a noticia abaixo, que foi veiculada hoje, doze de outubro, é a seguinte, se caso o seu filho estudasse em uma escola pública, porque tenho plena certeza que estudam em alguma escola particular e lá eles usam seus uniformes porque lá tem regras, afinal de contas a elite gosta de regras não é verdade senhora jornalista, muito bem, inesperadamente um estranho a paisana adentrasse no recinto da sala onde seu filho estivesse estudando e repentinamente esse indíviduo num impulso sacasse uma arma atirando a esmo ou agredisse o seu filho como acontece esporadicamente nos Estados Unidos, vejam bem, num país que as regras são respeitadas, pois até nas universidades o uniforme é usado e respeitado, então esse indíviduo após os disparos sairia tranquilamente se misturando no meio da multidão tumultuada e ninguém conseguiria indentificá-lo, certamente sairia ileso. Como a senhora agiria, certamente abrindo um processo contra a escola por não ter a regra de usar uniformes personalizados, não é mesmo, mas pimenta nos olhos dos outros não arde. Agora senhora jornalista, se isso ocorrer com alguém que estiver usando o uniforme da escola e esse alguém conseguisse sair até para fora da unidade escolar, já que é certo que uma direção escolar competente não deixaria que ninguém saísse para que o homicida fosse autuado e preso, é certo que a primeira viatura policial que encontrasse alguém com o uniforme personalizado o abordaria e é notório que ele seria apanhado e preso. Para ser um bom jornalista, deve antes de ser crítico ter a ética profissional acima de quaisquer interesses, deve ter também a sensibilidade e a prudência como recursos necessários para ter a altivez e a relevância para julgar com sabedoria uma causa. Muito bem, esse aluno como todo cidadão brasileiro hoje,são individualistas e só pensam em si próprios, nunca no bem estar coletivo, eu como pai sempre me esforcei em comprar para meus filhos os recursos necessários para que pudessem estudar dignamente e um dos itens que mais me preocupei é o uniforme, porque ele é a alma de quem usa e na maioria das vezes ele impede que o usuário passe por transtornos e infortúnios inusitados, ele é a identidade de quem usa, vemos o operário, o policial, o médico, o engenheiro, o advogado que são pessoas qualificadas, mas nem por isso deixam de usá-lo, quer seja por regras ou por questões de segurança, então porque numa escola cuja missão é formar cidadãos de bem, compromissados e responsáveis, o uso do uniforme é deturpante e maligno. Ora, qual é a missão de cada um de nós senhora jornalista, não é a de preservar a vida e os bons costumes ou é deturpá-los a nosso bel prazer.
12/10/2010 - 08h27
Escola de SP barra aluno que não usa uniforme
DE SÃO PAULO
Uma prática irregular tem sido registrada em escolas estaduais de São Paulo: barrar ou constranger alunos pela falta do uniforme. Além da escola Stefan Zweig, na zona leste --onde um garoto de 14 anos afirma ter sido barrado no início deste mês--, o uso do uniforme é obrigatório em ao menos três outras unidades da zona sul.
Proibir a entrada de estudantes por falta de uniformes ou carteirinhas é ilegal, afirma Cesar Calegari, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.
No entanto, em escolas de São Paulo, quem não tem uniforme é barrado ou tem o nome anotado em uma lista e os pais são chamados. Os estudantes dizem que os reincidentes chegam a levar advertência.
A Secretaria Estadual da Educação afirma que a exigência de uniforme na rede é irregular e que apura as denúncias feitas por pais e alunos.
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