Em primeiro lugar, um jornal de cunho capitalista jamais concorda com um sistema socialista que apregoa e defende a distribuição da renda de forma igualitária porque em seus conceitos financeiros só vê o poder como mote para o controle do capital, ficando esse em poucas mãos. Em segundo, que se o Financial Times fosse tão importante é certo que a própria Inglaterra já teria ouvido suas opiniões, coisa que nunca aconteceu e na maioria das vezes que ele se manifestou foi para causar quebradeiras como foi o caso mais recente nos Estados Unidos ainda na era Bush que refletiu por um bom tempo, inclusive afetando até o governo atual. Um visionário como Serra que vive acreditando em suas próprias mentiras e realizando o oposto do que se apregoa é extremamente perigoso para qualquer país que tenha como objetivo, crescer garantindo melhores condições de vida à maior parte de seus cidadãos, ele é ditatorial e mesquinho quando se diz em beneficiar os pobres e benevolente e anárquico quando se diz em beneficiar os donos do poder e do capital. Na verdade ele não serve nem para um e nem para o outro, porque politicamente tanto o rico quanto o pobre necessitam de uma interação muito próxima para que o crescimento social e econômico seja concomitante e não antagônicos.Isso sem esquecer que a própria rainha convidou o nosso presidente a sentar-se ao lado dela em uma das visitas de vários lideres mundiais em seu palácio,o que revela sua afeição ao sistema descoberto e discutido pelo economista inglês John Maynard Keynes, que é inexorávelmente oposto ao que o jornal defende em suas conjecturas. Concluindo, nem tudo que determinados economistas visionários defendem é o melhor para um povo, para uma nação.
27/10/2010 - 06h39
Em editorial, Financial Times diz que 'Serra é melhor escolha para presidente'
Em editorial, o jornal britânico "Financial Times" defende nesta quarta-feira que o candidato do PSDB à presidência, José Serra, "é a melhor escolha para o Brasil".
No artigo, "Eleições Brasileiras - José Serra é a melhor escolha para presidente, por pouco", o jornal sustenta que os dois principais candidatos ao Planalto são bastante similares, mas a eleição de Serra afastaria uma possível influência de Lula no próximo governo.
"Ambos (Serra e a candidata do PT, Dilma Rousseff) são notavelmente similiares. São sociais-democratas que crêem em políticas pró-mercado com forte componente social. São tecnocratas inoportunos. E são também desprovidos de charme", diz o jornal.
"Onde as diferenças existem, são pequenas mas significativas. Serra é mais linha-dura em termos fiscais. Com boa vontade, ele poria um fim no uso de esquemas extraorçamentários recentemente aplicados para cumprir as metas fiscais." "Reduzir o gasto público, ainda ascendente apesar de uma economia em pleno vapor, também diminuiria as taxas de juros e assim limitaria a apreciação da moeda." Para o "FT", Serra também seria "menos indulgente" com o Irã, a Venezuela e Cuba.
Já Dilma, ressalta o editorial, "é a favor de um Estado maior, embora um quinto das maiores companhias de capital aberto já tenham, de uma forma ou de outra, ele entre seus cinco maiores acionistas".
"Mas a maior diferença talvez seja o papel que o popular padrinho de Dilma assumirá se ela ganhar - o que é provável, tendo em vista a sua vantagem de dez pontos nas pesquisas. Uma presidência paralela, como a de Putin na Rússia, é possível; assim como a volta de Lula ao poder em 2014 e 2018."
O artigo conclui afirmando que "pelo menos para interromper esta relação com o poder, Serra é a melhor escolha para o Brasil".
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
QUEM NÃO DEVE NÃO TEME!
Eu como professor tinha a folha como um jormal com seriedade acima de qualquer suspeita, mas depois que começaram a aparecer em seu quadro de colaboradores, políticos travestidos de jornalistas, opção que condeno quando se fala de imprensa, estou agora sem opção para me informar sobre o cotidiano da sociedade. Quanto à questão do sigilo bancário, condeno esta prática, mas a imprensa não deve ligar isso ou aquilo a quem quer que seja, principalmente para uso eleitoreiro, a justiça deve se encarregar disso e essa prática têm sido usada no atual governo, coisa que no governo anterior a 2003 nem se ouvia falar da Policia Federal e hoje ela é atuante, doa a quem doer. Quem não se lembra de vários ricos “acima de qualquer suspeita” que foram investigados e presos, no entanto cabe a justiça prender os criminosos, ela não precisa alardes só para favorecer esse ou aquele candidado. Eu pergunto à imprensa brasileira porque esses escândalos são usados por ela só em épocas de eleição cujo objetivo da imprensa mal intencionada é prejudicar um determinado candidato em favor do candidato de sua afeição, sempre atacando um e prestigiando outro. Particularmente, não esperava isso de nenhum meio de comunicação especialmente da “folha” que para mim, hoje, não passa de uma folhinha cujo mote de tiragem é simplesmente vender sem se preocupar com o leitor. Abaixo segue a justificativa de minha crítica, qualquer leitor esclarecido percebe a forma intencional de quem elaborou o artigo e como diz um ditado muito comum, se um peão faz o seu rega-bofe é porque o seu capataz aprova, não é mesmo.
20/10/2010 - 07h30
Polícia Federal liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma
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DE BRASÍLIA
Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A PF já descobriu quem encomendou as informações: o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência".
Também identificou o homem que intermediou a compra dos dados obtidos ilegalmente em agências da Receita no Estado de São Paulo. Trata-se do despachante Dirceu Rodrigues Garcia.
O elo foi estabelecido a partir do levantamento de ligações entre o despachante e o jornalista revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial.
O uso de informações confidenciais de tucanos no dossiê petista foi revelado pela Folha em junho.
No inquérito aberto para investigar a violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB), a Polícia Federal já ouviu até agora 37 pessoas em mais de 50 depoimentos --alguns foram inquiridos mais de uma vez.
Ribeiro Jr. não foi indiciado até o momento.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
Editoria de Arte/Folhapress
20/10/2010 - 07h30
Polícia Federal liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma
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DE BRASÍLIA
Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A PF já descobriu quem encomendou as informações: o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência".
Também identificou o homem que intermediou a compra dos dados obtidos ilegalmente em agências da Receita no Estado de São Paulo. Trata-se do despachante Dirceu Rodrigues Garcia.
O elo foi estabelecido a partir do levantamento de ligações entre o despachante e o jornalista revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial.
O uso de informações confidenciais de tucanos no dossiê petista foi revelado pela Folha em junho.
No inquérito aberto para investigar a violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB), a Polícia Federal já ouviu até agora 37 pessoas em mais de 50 depoimentos --alguns foram inquiridos mais de uma vez.
Ribeiro Jr. não foi indiciado até o momento.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
Editoria de Arte/Folhapress
terça-feira, 19 de outubro de 2010
ATÉ QUANDO O POVO BRASILEIRO VAI GOSTAR DE SER ENGANADO?
Artigo publicado pela Federação Única dos Petroleiros, junto a um manifesto à sociedade brasileira reivindicando um milhão e trezentas mil assinaturas para a criação de um projeto de lei para proteção do nosso patrimônio e contra a privatização da Petrobrás, já no governo Lula a FUP atuou de forma incansável na regulamentação da forma de exploração do Pré-sal. Hoje todos nós sabemos que o maior interessado nessa privatização no passado era José Serra, então ministro do governo FHC, o mesmo que proporcionou a privatização da Vale, da Cesp, dos Bancos estaduais de São Paulo e que está aí às vésperas de governar nosso país, a não ser que o povo brasileiro tenha dignidade para impedi-lo. Segue abaixo parte da carta da FUP dirigida à sociedade brasileira.
Até recentemente, no final de 2002, a Petrobrás era impedida pelo governo de investir em seu crescimento, principalmente na área de exploração e produção de petróleo. O governo PSDB/PFL considerava esses investimentos como gastos que afetavam o resultado primário das contas públicas. Sem falar na estratégia de sucateamento da Petrobrás para privatizá-la, Quem. por exemplo .. não se lembra do afundamento da P-36 e dos derramamentos de petróleo na Baia de Guanabara, no Rio de Janeiro, e no Rio Iguaçu, no Paraná?
Os projetos de desestabilização do monopólio da Petrobrás são anteriores a este período. Já na década de 70, os entreguistas inventaram os chamados contratos de riscos, que flexibilizaram o monopólio para as multinacionais, que por mais de dez anos exploraram o nosso subsolo, sem praticamente nada descobrir ou produzir. Durante os trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte, os petroleiros se mobilizaram para garantir ao país o controle do petróleo, até que a Constituição cidadã de 1988 acabou com os contratos de risco.
Em 1995, as tentativas de privatização da Petrobrás mais uma vez voltaram à tona e novamente a categoria petroleira resistiu aos entreguistas, inclusive realizando uma greve de mais de 30 dias, que resultou em dezenas de demissões e em multas milionárias às entidades sindicais. Em 1997, o Congresso Nacional aprovou a Lei 9.478, de Iniciativa do Executivo, que permitiu a entrada de multinacionais para explorar o petróleo do país. Apesar do governo neoliberal de FHC ter conseguido tirar da Petrobrás o papel de representante do Estado brasileiro no monopólio do setor, os petroleiros conseguiram mobilizar a sociedade contra a privatização da empresa. A mais longa greve da história da categoria foi decisiva para impedir a privatização da Petrobras.
Quebraram o monopólio e agora querem o Prê-Sal
Os mesmos entreguistas que nos governos neoliberais impuseram ao povo brasileiro a quebra do monopólio da Petrobrás, abrindo o setor para a entrada das multinacionais, são os mesmos que hoje lutam contra um novo marco regulatório. Eles não conseguem admitir que, mesmo com a presença de mais de 70 empresas privadas atuando na exploração do nosso subsolo (das quais, 36 são de origem estrangeira), a Petrobrás é que descobriu o Pré Sal.
Por isso, distorcem os fatos, argumentando que as descobertas do Pré-Sal só foram possíveis por causa da lei 9.478/l997, quando sabemos quem é exatamente o oposto: o monopólio é que garantiu ao país chegar a este atual patamar. Se confrontarmos três cenários distintos para o desenvolvimento do Pré-Sal, fica evidente a importância do Estado no controle destas riquezas. Cenário 1: a atual realidade imposta pela Lei. 9.478/97. Cenário 2: se o momento da descoberta do Pré-Sal fosse o do monopólio, ou seja, ainda sob a Lei 2004/53. Cenário 3: se a Petrobrás tivesse sido totalmente privatizada, como queriam os tucanos, que, além de abrir o capital acionário da empresa nas bolsas de valores internacionais, tentararn até mudar o seu nome para Petrobrax.
A Federação Única dos Petroleiros já nasceu protagonista da luta em defesa da soberania nacional e dos interesses do povo brasileiro. Fundada em 1994, a FUP é herdeira de todas as organizações nacionais da categoria petroleira, desde o antigo Comando Nacional dos Petroleiros até o "Movimento Nacional de Defesa do Sistema Petrobrás", que atuou contra a revisão constitucional do governo Fernando Collor de Melo. Em todos os momentos da história em que a soberania energética do país esteve em xeque, os petroleiros sempre se apresentaram para o debate, não só propondo idéias, como se mobilizando em defesa dos mais relevantes interesses da nação.
A categoria protagonizou mobilizações históricas contra a privatização da Petrobrás, como a greve de 32 dias, em maio de 1995, e a campanha Privatizar faz mal ao BRasil, em 2000 e 2001. Nos últimos anos, a FUP e seus sindicatos realizaram atos públicos, passeatas e campanhas de mídia contra os leilões de concessão dos blocos petrolíferos, culminando com a ocupação da sede da Agência Nacional de Petróleo (ANP), em novembro de 2007. Enfim, os petroleiros têm constantemente se mobilizado para reverter as tentativas de privatização da Petrobrás e os prejuízos impostos pela Lei do Petróleo.
A Federação tem também atuado institucionalmente em defesa do controle estatal e social das reservas de petróleo, chegando a apresentar diversas vezes à Presidência da República, à Casa Civil, ao Ministério das Minas e Energia e à ANP as propostas e reivindicações dos trabalhadores.
Neste momento estratégico, em que o governo começa a discutir um novo marco regulatório para o setor, os petroleiros deliberaram em seu Congresso Nacional que esta deve ser a principal luta da categoria. A FUP e seus sindicatos entendem que este debate é nacional e envolve toda a classe trabalhadora, assim como os movimentos sociais.
Somente através de uma ampla mobilização, envolvendo toda a sociedade, garantiremos a correlacão de forças necessárias para avançarmos na luta pelo modelo regulatório que defendemos para o setor petróleo.
Isso esclarece dúvidas e confirma que a petrobrás sempre correu riscos, mas sofreu muito mais nos governos neoliberais como no governo do Collor, do FHC e enquanto eles não colocarem ela nas mãos de capitalistas estrangeiros não vão parar de atacá-la como fizeram com a vale e tantas outras empresas que eram marcos importantes de nossa soberânia.
sábado, 16 de outubro de 2010
Povo escravo, povo feliz!
Cometário a respeito do artigo abaixo,veiculado desde a manhã desse sábado no portal Uol na página da Folha online.
16/10/2010 - 08h03
Dilma sofreu maior baixa no Datafolha entre os evangélicos
Ao analisar profundamente a questão acima, chega-se a conclusão de que o povo brasileiro sempre gostou de ser escravo, não importa do que ou de quem quer que seja. Vejamos então, no passado eram dominados pela metrópole, depois pelos senhores de engenho e latifundiários do café, depois do estruturalismo republicano, em seguida do regime instituído sob a égide militar e depois submissos a partidos de extrema direita onde viviam como pedantes chorando à míngua nas filas dos menos favorecidos enquanto os protegidos do sistema viviam às mil maravilhas sempre conectados com o mundo exterior sabendo e usufruindo das evoluções tecnológicas lá fora, pois evitavam que elas fossem trazidas para cá. Hoje esses pobres miseráveis, sem esclarecimento, vivem sobre a égide de homens travestidos de ovelhas que na verdade são lobos devoradores que os conduzem ao mais profundo dos abismos à margem do inferno, estes, assentados nas parábolas que segundo diz a Biblia, Jesus costumava usá-las já com intento de que fossem manipuladas de acordo com os interesses dos aproveitadores e déspotas, já que a própria estrutura dos evangelhos (tema que a ciência sempre se posicionou contra e por isso sofreu por mil anos de perseguição) pregava a submissão e o sofrimento como recurso para a salvação da alma, um mote questionável, sem embasamento cientifico que ainda é usualmente praticado por indivíduos que se auto intitulam homens da fé e por políticos oportunistas e aventureiros que quando chegam a determinado limite do poder se transformam em manipuladores infiéis e injustos, escravizadores de almas, ditadores e déspotas políticos do mais baixo calão. Isso se percebe ao analisar o atual cenário da eleição em nosso país, esses manipuladores fizeram uma guerra ideológica pregando aos quatro ventos que eram contra isso e contra aquilo porque a candidata rival defendia a regulamentação desses assuntos para que o estado tivesse maior facilidade e aparato jurídico para tratar desses temas. No entanto, os seguidores desses crápulas por não serem esclarecidos foram de acordo com a imposição desses tais e agora que ela quer provar que não fará nada que venha ferir a constituição (como certamente não iria fazer antes), esses crápulas defendem a legalização desses temas macomunhando junto com um dos piores políticos que já vimos e esses cegos manipulados por esses indivíduos, como não sabem diferenciar alho e bugalhos, seguirão a imposição desses tais. Muito bem, eu pergunto, esses indivíduos são a favor ou contra ou apenas seguem seus senhores como ovelhas para o matadouro. Nesse país, a maioria é cega e está sendo carregada por uma minoria que só tem um olho e ainda sofre de catarata e miopia política.
16/10/2010 - 08h03
Dilma sofreu maior baixa no Datafolha entre os evangélicos
Ao analisar profundamente a questão acima, chega-se a conclusão de que o povo brasileiro sempre gostou de ser escravo, não importa do que ou de quem quer que seja. Vejamos então, no passado eram dominados pela metrópole, depois pelos senhores de engenho e latifundiários do café, depois do estruturalismo republicano, em seguida do regime instituído sob a égide militar e depois submissos a partidos de extrema direita onde viviam como pedantes chorando à míngua nas filas dos menos favorecidos enquanto os protegidos do sistema viviam às mil maravilhas sempre conectados com o mundo exterior sabendo e usufruindo das evoluções tecnológicas lá fora, pois evitavam que elas fossem trazidas para cá. Hoje esses pobres miseráveis, sem esclarecimento, vivem sobre a égide de homens travestidos de ovelhas que na verdade são lobos devoradores que os conduzem ao mais profundo dos abismos à margem do inferno, estes, assentados nas parábolas que segundo diz a Biblia, Jesus costumava usá-las já com intento de que fossem manipuladas de acordo com os interesses dos aproveitadores e déspotas, já que a própria estrutura dos evangelhos (tema que a ciência sempre se posicionou contra e por isso sofreu por mil anos de perseguição) pregava a submissão e o sofrimento como recurso para a salvação da alma, um mote questionável, sem embasamento cientifico que ainda é usualmente praticado por indivíduos que se auto intitulam homens da fé e por políticos oportunistas e aventureiros que quando chegam a determinado limite do poder se transformam em manipuladores infiéis e injustos, escravizadores de almas, ditadores e déspotas políticos do mais baixo calão. Isso se percebe ao analisar o atual cenário da eleição em nosso país, esses manipuladores fizeram uma guerra ideológica pregando aos quatro ventos que eram contra isso e contra aquilo porque a candidata rival defendia a regulamentação desses assuntos para que o estado tivesse maior facilidade e aparato jurídico para tratar desses temas. No entanto, os seguidores desses crápulas por não serem esclarecidos foram de acordo com a imposição desses tais e agora que ela quer provar que não fará nada que venha ferir a constituição (como certamente não iria fazer antes), esses crápulas defendem a legalização desses temas macomunhando junto com um dos piores políticos que já vimos e esses cegos manipulados por esses indivíduos, como não sabem diferenciar alho e bugalhos, seguirão a imposição desses tais. Muito bem, eu pergunto, esses indivíduos são a favor ou contra ou apenas seguem seus senhores como ovelhas para o matadouro. Nesse país, a maioria é cega e está sendo carregada por uma minoria que só tem um olho e ainda sofre de catarata e miopia política.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
NOSSA IMPRENSA CARECE DE BONS PROFISSIONAIS
Fico estarrecido com a forma que nossos veículos de imprensa se esforçam em transformar nosso país em uma anarquia, primeiro defenderam o voto entre os presos, indivíduos que segundo a lei perderam seu direito civil de se manifestarem, já que quando tinham seu direito garantido não cumpriram os seus deveres legais sendo então considerados marginais, o que significa que estão às margens do padrão social. Muito bem, agora ficam denegrindo regras porque acham que elas não devem existir, eu pessoalmente, acho que a censura é necessária e apoio sim que um dia o estado de direito venha ser respeitado como é em muitas nações civilizadas pelo mundo afora. Somente aqui é que jornalistas incompetentes costumam denegrir a imagem de muitos cidadãos destruindo muitas das vezes até uma família inteira sem serem punidos. Estes tais ficam procurando informações néscias para cumprirem seu trabalho já que não são capacitados para descobrir noticias de verdade. A minha pergunta a esses deturpadores de regras sobre a noticia abaixo, que foi veiculada hoje, doze de outubro, é a seguinte, se caso o seu filho estudasse em uma escola pública, porque tenho plena certeza que estudam em alguma escola particular e lá eles usam seus uniformes porque lá tem regras, afinal de contas a elite gosta de regras não é verdade senhora jornalista, muito bem, inesperadamente um estranho a paisana adentrasse no recinto da sala onde seu filho estivesse estudando e repentinamente esse indíviduo num impulso sacasse uma arma atirando a esmo ou agredisse o seu filho como acontece esporadicamente nos Estados Unidos, vejam bem, num país que as regras são respeitadas, pois até nas universidades o uniforme é usado e respeitado, então esse indíviduo após os disparos sairia tranquilamente se misturando no meio da multidão tumultuada e ninguém conseguiria indentificá-lo, certamente sairia ileso. Como a senhora agiria, certamente abrindo um processo contra a escola por não ter a regra de usar uniformes personalizados, não é mesmo, mas pimenta nos olhos dos outros não arde. Agora senhora jornalista, se isso ocorrer com alguém que estiver usando o uniforme da escola e esse alguém conseguisse sair até para fora da unidade escolar, já que é certo que uma direção escolar competente não deixaria que ninguém saísse para que o homicida fosse autuado e preso, é certo que a primeira viatura policial que encontrasse alguém com o uniforme personalizado o abordaria e é notório que ele seria apanhado e preso. Para ser um bom jornalista, deve antes de ser crítico ter a ética profissional acima de quaisquer interesses, deve ter também a sensibilidade e a prudência como recursos necessários para ter a altivez e a relevância para julgar com sabedoria uma causa. Muito bem, esse aluno como todo cidadão brasileiro hoje,são individualistas e só pensam em si próprios, nunca no bem estar coletivo, eu como pai sempre me esforcei em comprar para meus filhos os recursos necessários para que pudessem estudar dignamente e um dos itens que mais me preocupei é o uniforme, porque ele é a alma de quem usa e na maioria das vezes ele impede que o usuário passe por transtornos e infortúnios inusitados, ele é a identidade de quem usa, vemos o operário, o policial, o médico, o engenheiro, o advogado que são pessoas qualificadas, mas nem por isso deixam de usá-lo, quer seja por regras ou por questões de segurança, então porque numa escola cuja missão é formar cidadãos de bem, compromissados e responsáveis, o uso do uniforme é deturpante e maligno. Ora, qual é a missão de cada um de nós senhora jornalista, não é a de preservar a vida e os bons costumes ou é deturpá-los a nosso bel prazer.
12/10/2010 - 08h27
Escola de SP barra aluno que não usa uniforme
DE SÃO PAULO
Uma prática irregular tem sido registrada em escolas estaduais de São Paulo: barrar ou constranger alunos pela falta do uniforme. Além da escola Stefan Zweig, na zona leste --onde um garoto de 14 anos afirma ter sido barrado no início deste mês--, o uso do uniforme é obrigatório em ao menos três outras unidades da zona sul.
Proibir a entrada de estudantes por falta de uniformes ou carteirinhas é ilegal, afirma Cesar Calegari, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.
No entanto, em escolas de São Paulo, quem não tem uniforme é barrado ou tem o nome anotado em uma lista e os pais são chamados. Os estudantes dizem que os reincidentes chegam a levar advertência.
A Secretaria Estadual da Educação afirma que a exigência de uniforme na rede é irregular e que apura as denúncias feitas por pais e alunos.
12/10/2010 - 08h27
Escola de SP barra aluno que não usa uniforme
DE SÃO PAULO
Uma prática irregular tem sido registrada em escolas estaduais de São Paulo: barrar ou constranger alunos pela falta do uniforme. Além da escola Stefan Zweig, na zona leste --onde um garoto de 14 anos afirma ter sido barrado no início deste mês--, o uso do uniforme é obrigatório em ao menos três outras unidades da zona sul.
Proibir a entrada de estudantes por falta de uniformes ou carteirinhas é ilegal, afirma Cesar Calegari, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.
No entanto, em escolas de São Paulo, quem não tem uniforme é barrado ou tem o nome anotado em uma lista e os pais são chamados. Os estudantes dizem que os reincidentes chegam a levar advertência.
A Secretaria Estadual da Educação afirma que a exigência de uniforme na rede é irregular e que apura as denúncias feitas por pais e alunos.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
COMO CAMINHA SÃO PAULO
O estado de São Paulo é hoje um dos piores estados brasileiros para se viver, há décadas que não se vê investimentos na área de segurança, na melhoria do atendimento médico aos menos favorecidos, isso está plausível aos olhares de qualquer um, o estado não tem um sistema educacional decente e conta com mais uma infinidade de outros problemas causados por maus gestores em toda sua história política. Inevitavelmente o estado de São Paulo caminha para ser o pior estado brasileiro, com altas taxas de desemprego, saúde precária, péssimo nível educacional, aumento de taxas tributárias que vão tirar recursos dos que trabalham e isso tudo devido ao grande índice de desemprego que vai incidir sobre o estado nos próximos anos. Para equilibrar essa balança o governo neoliberal que trabalha sobre a égide de um estado mínimo certamente se utilizará do antigo e surrado recurso que é aumentar os números de pedágios incluindo inclusive a cobrança de outros tributos que vão influenciar o custo de vida da classe média, como diz o provérbio popular “é do couro que se tira as correias”. Essa carga tributária incidirá sobre os produtos alimentícios e manufaturados e consequentemente causará a migração para outros estados das indústrias que ainda insistem em permanecer no estado. A situação do estado mostra hoje a falta de esclarecimento e conhecimento dos paulistanos que a sua maioria tem suas raízes no nordeste brasileiro. A vitória contínua do PSDB, um partido neoliberal com raízes assentadas no capitalismo de extrema direita, que tem afinidades com um estado mínimo que só cobra tributos e que normalmente tem uma gestão ineficiente e precária, normalmente gerenciada por políticos corruptos que ainda permanecem protegidos pelas instâncias da lei e normalmente eleitos por um povo mal esclarecido, sem conhecimento de causa, que votam por impulso, por um instinto irracional, produto da má formação educacional demonstrando categoricamente o que revela a educação no estado, considerada hoje umas das piores do país, deixem-se de lado os números das mídias e dos meios de comunicação porque eles são pelegos do poder classista desse partido porque ele é o partido das elites e essas, tem seus filhos matriculados em escolas particulares, daí a não preocupação com a formação educacional e técnica de nossos filhos, perguntem a esses fulanos porque eles não matriculam seus filhos nas escolas públicas, eu acredito que eles devam ter um boa resposta para isso.
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